







Equipe médica com experiência em saúde da mulher, obstetrícia e medicina fetal.
Estrutura confortável, acolhedora e preparada para receber você.
Equipamentos modernos para exames de alta qualidade.
Relatórios completos, objetivos e com linguagem clara.
Cuidado individualizado em cada etapa do atendimento.
Clínica em Nova Iguaçu, com fácil acesso.
A GOEMF é referência em Ginecologia, Obstetrícia e Medicina Fetal em Nova Iguaçu. Nossa missão é oferecer atendimento técnico de excelência aliado ao acolhimento humanizado, com foco na saúde e bem-estar da mulher e do bebê.
Dr. Jorge Zambrana Camacho
CRM 52-0107705-8
Médico Cirurgião.
Pós graduação em ultrassonografia em Medicina fetal.
Pós graduação em Cardiologia e Ecocardiografia Fetal.
Dra. Lizz Ingrid Justiniano Eguez
CRM: 52107479-2
RQE 46425
Medico Cirurgião.
Ginecologia e Obstetrícia.
Pós graduação em Cirurgia Oncológica e Cirurgia Minimamente Invasiva.
A GOEMF oferece atendimento especializado em Ginecologia, Obstetrícia, Climatério e Menopausa, Cirurgia Ginecológica, Pré-natal de Alto Risco e Medicina Fetal. Também realiza exames avançados, como ultrassonografias morfológicas, ecocardiografia fetal, neurossonografia fetal e Dopplerfluxometria, com avaliação individualizada em todas as fases da vida da mulher.
A consulta ginecológica é recomendada para acompanhamento preventivo e também diante de sintomas como alterações menstruais, dor pélvica, sangramento anormal, corrimento, desconforto nas relações sexuais, sintomas urinários ou dúvidas sobre contracepção e saúde reprodutiva. A periodicidade do acompanhamento é definida conforme a idade, o histórico clínico e as necessidades de cada paciente.
Sim. O acompanhamento é individualizado e inclui avaliação de sintomas como ondas de calor, alterações do sono e do humor, ressecamento vaginal, redução da libido e queixas urinárias. Também são avaliados os riscos cardiovasculares, metabólicos e ósseos, permitindo definir estratégias seguras para promover saúde e qualidade de vida.
A cirurgia pode ser indicada em situações como miomas, pólipos endometriais, cistos ovarianos, endometriose, sangramento uterino anormal e outras alterações ginecológicas. A necessidade e a técnica cirúrgica são definidas após avaliação clínica e dos exames de imagem, priorizando, quando possível, procedimentos menos invasivos.
É a gestação que exige cuidados diferenciados devido a condições maternas, fetais ou obstétricas, como hipertensão, diabetes, doenças autoimunes, alterações do crescimento fetal, malformações ou antecedentes de complicações gestacionais. Na GOEMF, o acompanhamento é planejado de forma individualizada, com consultas, exames e monitorização fetal de acordo com cada caso.
A Medicina Fetal é a área dedicada à avaliação da saúde, do crescimento e do desenvolvimento do bebê durante a gestação. Por meio de exames ultrassonográficos especializados, é possível rastrear e diagnosticar alterações fetais, acompanhar gestações de maior complexidade e orientar a família e a equipe obstétrica sobre o seguimento mais adequado.
Preferencialmente entre 11 semanas e 13 semanas e 6 dias. O exame avalia a anatomia inicial do bebê, a translucência nucal e outros marcadores ultrassonográficos relacionados a alterações cromossômicas, estruturais e ao risco de algumas complicações gestacionais. O resultado deve ser interpretado em conjunto com a idade materna, o histórico clínico e os exames laboratoriais disponíveis.
A ecocardiografia fetal avalia detalhadamente a anatomia, o ritmo e o funcionamento do coração do bebê. A neurossonografia fetal é direcionada ao estudo aprofundado do cérebro, cerebelo, sistema ventricular, linha média e coluna fetal. Esses exames podem ser indicados por fatores de risco, suspeitas identificadas em outros exames ou para complementar a avaliação fetal especializada.
É uma avaliação ultrassonográfica da circulação sanguínea materna, placentária e fetal. O exame auxilia na análise do funcionamento da placenta, da oxigenação e do bem-estar do bebê, sendo especialmente importante em situações como restrição do crescimento fetal, hipertensão materna, alterações placentárias e outras gestações de maior risco. A indicação e a frequência dependem do contexto clínico e obstétrico.
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